Mais de duas mil pessoas vão trabalhar na fábrica África Têxtil, localizada na província de Benguela, gerida por um grupo empresarial do Zimbábwe até a sua privatização.

A antiga unidade fabril África Têxtil retomou a sua actividade quase duas décadas depois, produzindo artigos como cobertores, toalhas e uniformes diversos. Mais de 2 mil empregos directos foram criados mas a cadeia produtiva permitirá que quase 40 mil camponeses produzam algodão para garantir o funcionamento da fábrica.
Uma empresa zimbabweana ganhou o concurso para a gestão da ex-fábrica têxtil Primeiro de Maio.
Depois da unidade fabril, o Presidente João Lourenço visitou as obras de um hospital em construção no município da Baía Farta, que deverá ser inaugurado brevemente. A infra-estrutura resulta de uma contribuição financeira da classe empresarial benguelense, para apoiar as comunidades.
